Gustavo Franco Diz que PSDB poderia mexer na economia para melhor
Segundo reportagem do Estadão, o economista Gustavo Franco teria afirmado que o PSDB poderia mexer na economia para melhor.
Essa declaração não é surpresa afinal o indivíduo acima foi presidente do Banco Central durante o primeiro mandato de FHC, período em que a taxa básica de juros foi mantida a níveis absurdamente elevadas visando manter o real valorizado artificialmente. Situação que provocou a explosão da dívida pública até culminar com a abrupta devalorização do real logo após FHC ter assumido o segundo mandato.
Sabendo que o real estava sobrevalorizado e o endividamento do país crescendo, os especuladores internacionais temendo um calote, a cada dia exigiam taxas de juros mais altas para colocar seu capital especulativo no mercado financeiro nacional e assim permitir que o país fechasse as contas.
O Brasil passou então a necessitar de taxas de juros cada vez altas para financiar seu déficit, tal como um viciado dependente de heroína explorado por traficantes. Pois conhecendo a necessidade do viciado, o traficante a cada dia vendia a droga por um valor mais elevado temendo que o infeliz não sobrevivesse para pagar a conta.
O PSDB, DEM e PPS e a Questão do Pré-Sal
Esses partidos reclamam de tudo. Para eles tudo é errado, desonesto e sem transparência, esquecendo que eles mesmos acobertaram dos brasileiros situações gravíssimas, como a crise de desvalorização do real que já se arrastava bem antes do fim do primeiro mandato de FHC.
Na época para não prejudicar a reeleição, o governo FHC e sua base de apoio político, fingindo que a economia ia bem, fizeram uso de taxas de juros irresponsavelmente altas que só endividaram o país. Tudo para postergar a inevitável desvalorização do real para depois da eleição que iria reeleger FHC.
Mas voltando ao pré-sal, e relembrando os valores incrivelmente baixos pelos quais o governo FHC e aliados venderam a Vale e cerca de 50% da Petrobrás, não é má idéia o presidente abrir os olhos da população para que acompanhe esses debates com atenção, caso contrário o poder econômico privado pode acabar decidindo o tema a seu favor como já ocorreu antes.
Privatizar a CEF Para Economizar e Evitar Desperdício de Recursos Públicos
Caso o governo federal não tivesse tanta sede de cargos para acomodar sua turma, uma medida sensata seria a privatização da Caixa Econômica Federal. Afinal de contas já existe lugar para os amigos do governo em um banco federal que é o Banco do Brasil. Não há necessidade do contribuinte arcar com o custo para manter essas duas instituições funcionando. Uma só basta.
Eu se tivesse que indicar para privatização uma das duas instituições a minha sugestão seria vender a CEF. Eu não conheço a qualidade dos serviços prestados pelo Banco do Brasil, mas da CEF eu posso afirmar que é muito ruim. O internet banking por exemplo certamente é dos piores entre as grandes instituições bancárias do país.O sistema vive criando, sem motivo algum, restrições a movimentação bancária dos clientes, obrigando-os a se dirigirem até as agências onde longas esperas por atendimento os aguarda. E onde muitas vezes não encontra solução. Não podemos nos esquecer também quando falamos de acesso a CEF via internet e dos freqüentes problemas de conexão.
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Entre 2000 a 2007 o Pagamento de Juros da Dívida Pública Consumiu R$ 1,267 trilhão
Segundo reortagem na Folha Online, entre 2000 e 2007 o pagamento de juros da dívida pública consumiu R$ 1,267 trilhão dos impostos pagos pelos contribuintes. E que durante esse mesmo período os gastos com saúde e educação foram de R$ 310,9 bilhões e R$ 149,9 bilhões respectivamente. Isso significa que entre 2000 e 2007 o desembolso com juros da dívida pública foi 4 vezes maior que o gasto com saúde e 8,45 vezes maior que o gasto com educação.
Não é novidade que durante boa parte dos 8 anos de governo FHC o juros determinado pelo Banco Central foi excessivo e em alguns momentos beirou a irresponsabilidade, mas o governo atual não é de FHC nem do PSDB e ainda sim a taxa básica de juros continua muito acima da maioria dos países tanto desenvolvidos quanto em desenvolvimento. E assim como o governo atual recebeu uma bomba ao assumir o mandato em 2003, o governo Lula deixará uma bomba ara seu sucessor.
Não se deve esquecer também que ao mesmo tempo que muitos perdem com os gastos excessivos com juros da dívida pública, é porque, na outra ponta, alguem está se beneficiando com essa situação. E esse certamente não é o cidadão comum brasieiro.
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Para FHC, um Proer Teria Feito Muito Bem a Economia Americano
Em artigo publicado no jonal O Globo, ao se referir a atual crise econômica mundial, e a situação nos EUA em particular, o ex-presidente FHC teria dito: “Oxalá os EUA tivessem feio um Proer”, em referência ao bem sucedido socorro aos bancos durante o seu pimeiro mandato.
Apesar dessa afirmação do ex-presidente brasileiro, a realidade é que o primeiro plano de ajuda ao sistema financeiro apresentado pelo secretário de tesouro americano ao Congresso dos EUA, era sim um Proer.
O plano proposto entretanto foi recusado pelos congressistas tanto Democratas quanto Republicanos, pois assim como o Proer brasileiro, esse primeiro plano propunha aquela velha fórmula muito conhecida no Brasil, que é a de manter a parte boa (lucros) com os bancos e a parte podre (prejuízos) com o tesouro (ou contribuíntes).
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FHC Aproveita Crise Econômica Para Criticar Lula
Aproveitando declarações de Lula sobre a suposta capacidade do Brasil de atravessar essa crise com certa tranquilidade, FHC declarou que afirmações que o Brasil estaria imune a crise serviriam apenas para “enganar o povo”.
É provável que FHC esteja certo e o Brasil definitivamente não esteja imune ou blindado contra essa crise seríssma, mas uma declaração desse tipo soa arrogante e pouco educada quando parte de um ex-presidente e é direcionado ao atual ocupante do Planalto. E pior ainda partindo de um ex-presidente cujo governo acobertou uma crise econômica sérissima ao final de seu primeiro mandato visando não por a sua reeleição em risco.
Quem afinal não lembra da desvalorização do Real ocorrida poucos dias após a posse de Fernando Henrique Cardoso no seu segundo mandato?
Petrobras e as Reservas de Petróleo da Camada de Pré-Sal
Com a descobertas das resevas de petróleo gigantes nas chamadas camadas de pré-sal no litoral brasileiro, o governo estuda criar uma nova empresa 100% brasileira e assim, desvincular a propriedade dessas novas reservas de petróleo descobertas, da Petrobras, tendo em vista que hoje 50% do capital acionário da Petrobras pertencer aos americanos, façanha de tamanha irresponsabilidade que deve ser creditada ao governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. O governo brasileiro só detem 30% do capital da empresa.
Portanto, se essas novas reservas se tornarem patrimônio da Petrobas, como defendem alguns, significa que elas serão propriedade também dos acionistas estrangeiros da empresa. E se isso vier acontecer, não sera culpa dos “imperialistas americanos”, mas sim de brasileiros que permitiram que isso viesse a ocorrer.
E segundo o Jornal O Globo do dia 15/08/2008, a Noruega usou esse mesmo artifício quando criou uma nova empresa para gerenciar campos de petróleo descobertos e assim, desvincular esses campos da então empresa norueguesa de petróleo que, assim como a Petrobras, possui capital privado. Essa segunda empresa de petróleo norueguesa cuida da administração e licitação dos campos de petróleo e emprega 60 funcionários para lidarem com essas tarefas.
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Joelmir Beting Coloca Renegociação da Tarifa de Itaipu e das Reservas de Petróleo no Mesmo Patamar
Ontem, dia 15 de agosto de 2008, durante o Jornal Nacional da TV Globo, o jornalista Joelmir Beeting fez um comentáro dando a entender que a revisão das regras de investimento privado em exploração de petróleo no Brasil, com a descoberta das reservas de petróleo na chamado camada de pré-sal, são equivalentes as reinvidicações paraguaias com relação ao preço que o Brasil paga ao Paraguai para comprar a energia que caberia ao país vizinho.
Algo do tipo: se é errado o Brasil aceitar a demanda paraguaia com relação ao preço da tarifa de energia da Usina Hidroelétrica de Itaipu, também é errado mudar as regras de exploração de petróleo com a descoberta dos campos de Tupi e Carioca no pré-sal
Eu, quando assisto um comentáro desses, sou da opinião que empresas privadas nacionais e principalmente internacionais vislumbram, a partir dessas novas descobertas, com a possibilidade de obterem lucros muito superiores aqueles que se propuseram a obter quando decidiram atuar em águas brasileiras e as reservas de petróleo no pré-sal eram desconhecidas.
Portanto, nessa discussão o que não irá faltar a partir dessas novas descobertas e o imenso valor econômica que representam, será lobista defendendo que o Brasil permita que empresas privadas do setor petrolífero estabelecidas aqui, atuem nas camadas de pré-sal sobre regras que lhes possibilitem lucrativida máxima.
Vale ressaltar também que se o próprio custo de merchandise em um programa como o Jornal Nacional varia de acordo com a audiência do programa, é muito mais que simplesmente inocência alguem defender que o Brasil se comporte usando uma lógica diferente, e menos comercial, em uma questão de vital importância para país, com essas novas reservas de petróleo.
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Jerry Yang, Executivo-Chefe do Yahoo, Na Berlinda
Muitos acionistas do Yahoo estão furiosos com o executivo-chefe da empresa, Jerry Yang, pelo modo como ele gerenciou a oferta de compra do Yahoo feita pela Microsoft, ocorrida no início de 2008. Na época a oferta da Microsft de 33 dólares pelas ações da Yahoo, foi consideradas por Jerry Yang um valor abaixo daquilo que o Yahoo valia, ainda que fosse um pouco acima da cotação das ações da Yahoo naquele momento. E ao mesmo tempo que recusou a oferta não soicitada de compra feita pela Microsoft, Jerry Yang demonstrou interesse numa aproximação comercial com Google, o maior rival da Microsoft.
Isso fez com que a Microsoft recuasse de seu interesse em adquirr o Yahoo, algo mal digerido por boa parte dos acionistas da empresa, que viam nessa negociação uma ótima oportunidade de fortalecer a presença do Yahoo na indústria de internet. E essa insatisfação ficou ainda maior agora que ações da Yahoo estão cotadas por volta de 20 dólares, valor bem abaixo dos 33 dólares oferecidos na época por Steven Ballmer, executivo-chefe da Microsoft.
Pagamento de Juros da Dívida Pública Após 8 Anos de Governo Lula
Muito se fala do Brasil ser recordista em termos de taxa básica de juros (aquela que incide sobre a dívida pública brasileira), mas pouca atenção se dá para a soma bilionária paga anualmente pelo Tesouro Nacional apenas em juros dessa dívida, ou algo em torno de 150 bilhões de reais por ano. Uma soma que daria para comprar, anualmente, nada menos que 3.750.000 (três milhões setecentos e cinquenta mil) automóveis de valor unitário de 40 mil reais.
E se descontarmos esse vaor do total de impostos pagos pelos brasileiros ao longo de um ano, isso significa que o Brasil inteiro trabalha quase 3 meses por ano apenas para pagar o juros dessa dívida.
Portanto, a cada aumento do juros que o Banco Central determina, mais rapidamente a dívida pública brasileira aumenta e mais recursos oriundos de impostos são necessários para o pagamento de juros. É o chamado “Ciclo da Miséria” sob o qual o Brasil está sujeito desde os tempos de FHC quando, as custas de juros estratosféricos, o Real mantinha-se sobrevalorizado e assim elegia candidatos governistas com a mesma facilidade que endividava o pais.
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