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Tropas Israelenses Já Combatem o Hamas em Gaza

Posted by marcus on 03 Jan 2009 | Tagged as: Notícias Internacionais

Após dias posicionados na fronteira de Israel com Gaza, tropas israelenses, cerca de 10.000 militares segundo fontes israelenses, deram inicio ao combate terrestre.

Os militares israelenses afirmam ter postergado ao máximo a invasãa terrestre, pois sabiam com antecipação que o grupo Hamas havia preparado ma serie de armadilhas para os tanques e tropas israelenses. Acredita-se também que o Hamas possua em seu arsenal armas anti-tanque de fabricação russa que se mostraram de grande eficácia contra os tanques israeles durante a última guerra do Líbano.

Outra arma muita temida pelas tropas são os chamados explosivos de alto poder de penetração, capazes de penetrar até mesmo em fortes blindagens de tanques.

Esses explosivos, que acredita-se sejam de origem iraniana, foram os responsáveis pelo maior número de baixas de tropas americanas no Iraque, onde eram utilizados em armadilhas geralmente posiconadas em beira de estradas.

Segundo informações, as rotas de invasão foram precedidas por pesado fogo de artilharia visando justamente limpar o terreno dessas armadilhas. O próprio Hamas erroneamente acreditou que uma possível ação israelense em Gaza começaria pelo envio de tropas e tanques, e não por maciço ataque aéreo como ocorreu.

Governo do Irã Pede Que Nações Mulçumanas Enviem Armas para Gaza

Posted by marcus on 03 Jan 2009 | Tagged as: Notícias Internacionais

O governo do Irã, que ao contrário da maioria das nações, não apoia qualquer negociação de paz entre árabes e israelenses, inclusive aqueles acordos há anos em vigor como os que existem entre iIsrael, Egito e Jordânia, com relação as negociações de paz em andamento entre palestinos e israelenses, não é diferente, ou seja, o governo do Irã também é contra.

Não é sem razão que o Irã é o principal financiador do grupo islâmico Hamas, antes mesmo deste assumr o controle de Gaza. Ao invés porém de ajudar Gaza e seus habitantes através de desenvolvimento e melhora na qualidade de vida da população, a maior parte da “ajuda” iraniana enviada aos palestinos se deu através de envio de armas, munição, foguetes, armas anti-tanque, treinamento militar, etc.

Ou seja, o governo do Irã não fez ao longo dos últimos 2 anos nada além de fortalecer militarmente o grupo Hamas, de modo que o grupo radical islâmico agisse segundo os interesses não da população de Gaza, mas de acordo com os interesses do governo do Irã, que visumbrou no fortalecimento do Hamas uma oportunidade de fazer de Gaza uma espécie de posto militar avançado pró-iraniano na fronteira israelense.

Israel parece ter percebido que seria suicídio permitir que o Hamas atingisse o grau de risco hoje imposto pelo grupo radical libanês Hezbolah, que possui em seu arsenal mísseis com alcance suficiente para atingir as mais sensíveis áreas no interior de Israel, como bases militares, Dimona (usina nuclear), portos, áreas industriais,, Tel Aviv, Haifa, ou seja, poder suficiente para desencadear um conflito regional de proporções jamais vistas.

O grupo Hezbolah, assim como o Hamas, é ideologicamente alinhado com o governo do Irã, de onde vem a maior parte do apoio político e militar. Ambos os grupos são também fortes aliados da Síria, de onde recebem apio militar e político.

A Lógica Irracional do Grupo Hamas

Posted by marcus on 01 Jan 2009 | Tagged as: Notícias Internacionais

A população de Gaza bem como os israellenses vivendo sob alcance de foguetes e morteiros lançados pelo grupo palestino Hamas, são ambos vítimas da visão equivocada que os líderes do grupo Hamas, como aqueles que o apoiam, como o presidente do Irã por exemplo, tem com relação ao futuro daquela região.

Por não aceitarem o direito de Israel de existir, e acreditarem que serão capazer de varrer os israelenses daquela região, os líderes desses grupos radicais agem acreditando firmemente que esse objetivo moldado em suas mentes, um dia será alcançado. Estão plenamente convíctos que conseguirão derrotar Israel e varre-los daquela parte do planeta simplesmente por esse ser, segundo a visão deles, o desejo divino.

É óbvio que se for dado ao Hamas tempo para se preparar, e armas mais poderosas, como aliás o Irã já vem fazendo, principlmente no Líbano através do fornecimento de armas cada vez mais destruidoras ao grupo Hezbolah, é possível que o Hamas um dia tenha a chance de destruir Israel.

O que porém torna o grupo Hamas tão perigoso para palestinos e israelenses, é justamente esse desejo e crença que um dia serão vitoriosos na tarefa de destruir Israel, sem demonstrar qualquer preocupação com o destino que teria seu próprio povo, em face de uma retaliação israelense, caso Israel sofra um ataque do Hamas de grandes proporções, como um ataque químico oyu nuclear por exemplo.

Para evitar um cenário futuro como o acima é que Israel decidiu não mais aceitar que o grupo Hamas dita a agenda não só em Gaza como em parte do sul de Israel que há meses sofre com ataque de foguetes lançados pelo grupo.

Com a destruição sofrida pelo Hamas com esses ataques, será mais fácil para Israel manter o grupo palestino sobre controle, podendo assim voltar as atenções para a situação no norte do país, que envolve o Líbano e outro grupo radical, o Hezbolah. Além é claro da questão nuclear no Irã. Dos 3 problemas mais urgentes do ponto de vista da segurança de Israel, Gaza era o mais simples.

O Que Motivou Israel a Atacar Gaza?

Posted by marcus on 31 Dec 2008 | Tagged as: Notícias Internacionais

A situação da população de Gaza é dificílima, Estão no meio de uma violenta batalha entre o grupo islâmico Hamas, detentor do poder na Faixa de Gaza, e as Forças de Defesa de Israel, IDF.

E a medida que a batalha se desenvolve, começam a aparecer na imprensa diversas análises e pontos de vista sobre o que está acontecendo de fato, e o que teria levado a stuação até esse ponto.

Primeiramente devemos considerar que os territórios palestinos possuem governos dstintos e inimigos quase mortais. um deles é o grupo secular Fatah que controla a Cisjordânia e é comandado pelo presidente Abas, considerado pela comunidade internacional como legítimo representante dos palestinos. O grupo Fatah econtra-se em negociações de paz com Israel. Negociações difíceis porém civilzadas.

Já o Hamas, que detêm o poder em Gaza e vive em permanente atrito com Israel, é um grupo islâmico radical que sequer admite o direito de Israel de existir. O Hamas se opõe a negociar a paz com Israel e está interessado apenas em acordos de paz temporários para que possam se preparar melhor em termos militares para um futuro conflito com Israel. O Hamas possui grande afinidade ideológica com o grupo libanês Hezbolah, e assim como este,é fortemente influenciado pela Síria, país onde vivem alguns de seus mais mportantes membros, e pelo Irã, sua principal fonte de apoio logístico e militar.

Assim como o Hamas, o Irã é contra qualquer tipo de negociação de paz com Israel, ao ponto do goveno Islâmico do Irã ter transformado o assassino do ex presdente do Egito Sadat, em herói local com direito a nome de rua e posters gigantes com sua foto em algumas cidades, algo que irritou bastante o governo do Egito. E tudo isso apenas pelo fato do ex-presidente egípcio ter assinado um acordo de paz com Israel.

A situação de Israel portanto é muito difícil. O grupo Hamas não é como o governo da Jodânia e Egito, países da região que assinaram acordos de paz oom Israel e hoje convivem pacificamente. O Hamas não busca uma coexistência pacífica, mas apenas tempo para se fortalecer militarmente e no futuro, quando estiver adequadamente preparado, confrontar e destruir Israel.

Restaram para Israel poucas opções para lidar com a ameaça, representada pelo Hamas, a sua segurança e existência. Poderia continuar jogando a estratégia imposta pelo Hamas, que ao lngo de quase 2 anos manteve com Israel um confito de baixa intensidade, caracterizado por disparos diários de foguetes e morteiros contra as comunidades israelenses vizinhas a Gaza, que mesmo não causando muitas vítimas israelenses, foram mais que suficientes para impedir que as populações sobre alcance dessas armas palestinas vivessem sem o mínimo de normalidade.

Aceitar a realidade acima, que por sinal pouco incomodou ou despertou a atenção de muitos dos que hoje afirmam defender os palestinos, significaria do ponto de vista israelense dar ao grupo Hamas a chance de num futuro próximo, e com o apoio de países aliados como o Irã, possuir armas cada vez mais sofisticas, poderosas e com alcance ainda maior.

O povo de Gaza que hoje encontra-se em meio a uma guerra, antes de ser vítima das bombas lançadas por aviões isralenses, é sim vítima do jogo político e decisões vindas mais precisamente do governo de Teerã, e também do grupo Hamas, que ao invés de buscarem uma saída pacífica para os problemas regionais, advogam ações suicidas cujas principais vítimas eles hipocritamente afirmam querer defender.

Ataque de Israel Pega Hamas de Surpresa

Posted by marcus on 27 Dec 2008 | Tagged as: Notícias Internacionais

Segundo informacoes vindas de Israel e Faixa de Gaza, o ataque da Forca Aerea de Israel contra dezenas de instalacoes e predios infra-estrutura do grupo Hamas em Gaza, pegou o grupo de surpresa. Israel agiu de modo a fazer o Hamas acreditar que o dia do ataque seria mais um igual a todos os outros ao longo das ultimas semanas e meses, caracterizados por grupos palestinos disparando foguetes e morteiros contra Israel, seguidos de limitadas retaliacoes de Israel.

Segundo fontes palestinas, num curto periodo de 3 a 5 minutos, diversas importantes instalacoes do grupo Hamas em Gaza ja haviam sido destruidos, seguido pela destruicao de dezenas de outros predios, quarteis, postos policiais, etc, pertencentes ao grupo.

Segundo a imprensa de Israel, os alvos atacados por Israel hoje, como outros que poderao ser atacados nos proximos dias, foram selecionados apos meses de silencioso trabalho de inteligencia.

O ataque israelense provocou reacoes de inignacao em diversas nacoes arabes, como tambem entre os proprios arabes que vivem em Israel, o que e nomal afinal guerras devem ser evitadas sempre que possivel.

E essa guerra quem sabe poderia não estar acontecendo, se os mesmos que hoje protestam contra Israel tambem tivessem demonstrado ao longo de todos esses meses em que o Hamas atacou Israel, que nao concordavam nem apoiavam as ações miitares do grupo palestino radical.

Vale ressaltar que tal como a presença do grupo radical Hamas em Gaza, na fronteira sul de Israel, ocasionou esse conflito, o mesmo ocorreu em 2006 no norte de Israel na fronteira com o Líbano, em decorrência da presença de um outro grupo radical, o Hezbolah.

Portanto, além de buscar uma solução duradoura em Gaza, o mesmo deve ser feito o quanto antes na fronteira norte. Para tal Israel e Líbano preciisam se sentar em uma mesa de negociação e aparar as arestas enquanto há tempo. Caso contrário, o que está ocorrendo em Gaza, e também ocorreu durante a guerra em 2006, inevitavelmente voltará a acontecer na fronteira norte.

Situação Caótica no Sul de Israel

Posted by marcus on 24 Dec 2008 | Tagged as: Notícias Internacionais

Ao ler o noticiário israelense a impressão que se tem é que a região sul do país que se encontra mais próxima da Faixa de Gaza, território palestino sob controle do grupo radical islâmco Hamas, está em uma situação de total insegurança, e sob fogo diário de dezenas de foguetes e morteiros diisparados por grupos palestinos estabelecidos em Gaza.

A situação na região do ponto de vista israelense, parece estar a beira do insuportável, ao ponto de tornar a voz daqueles em Israel que pedem por moderação, em nada além que palavras inaudíveis.

Já o Hamas por sua vez, parece ter ordenado aos seus comandados que intensifíquem os ataques contra Israel, talvez buscando pressionar os israelenses a aceitar um novo acordo de cessar-fogo porém com regras mais vantajosas para o grupo. E já avisaram também que em muito breve outros milhares de civis israelenses estaão sob alcance de seus foguetes. Afirmaram ainda que Israel sofrerá pesada retaliação caso desencadeie uma operação militar de larga escala em Gaza.

Brasil e França Fecharão Acordo Envolvendo Tecnologia Militar

Posted by marcus on 22 Dec 2008 | Tagged as: Noticias Nacionais, Notícias Internacionais

Segundo o site da CNN, na visita do presidente da França ao Brasil serão fechados 3 importantes acordos de transferência de tecnologia militar francesa para o Brasil. Entre estes acordos estão a construção de 4 submarinos convencionais, mais 1 submarino movido a energia nuclear, a montagem de 50 helicópteros EC-725 Cougar, além de tecnologias de visão noturna e monitoramento remoto para serem utilizadas pelas forças armadas brasileiras na região amazônica.

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Fim do Cessar-Fogo Coloca Israel, Hamas e Irã em Rota de Colisão

Posted by marcus on 20 Dec 2008 | Tagged as: Notícias Internacionais

Terminou ontem dia 19 de dezembro o frágil cessar-fogo entre Israel e o grupo islâmico radical Hamas que detêm o controle da Faixa de Gaza. O cessar-fogo acabou após alguns meses de relativa calma nas comunidaes israelenses situadas próximas ao território palestino controlado pelo Hamas. O acordo na verdade já havia começado a desmoronar a partir do momento que Israel descobriu e em seguida destruiu, um túnel sendo construído pelos palestinos próximo a fronteira entre os territórios, provavelmente com o intuito de praticar atos terroristas em Israel. A destruição do túel resultou na morte de alguns militantes islâmicos.

Com o fim do acordo os palestinos retornaram a rotina diária de lançar inúmeros foguetes e morteiros em direção a algumas cidades e comunidades de Israel. E Israel a responder pontualmente a cada um desses ataques, seja bloqueando o envio de carga para Gaza, como também atacando os militantes palestinos envolvidos nos ataques.

Ao contrário porém da população de Gaza que não pode expressar livremente sua opinião, a não ser é claro que esteja de acordo com a linha política adotada pelo Hamas, do lado Israelense é cada vez maior a insatsfação com o governo por este até agora ter evitado se lançar em uma operação militar em larga escala para por fim a ameaça diária sofrida pelas comunidades israelenses sob alcance das armas do Hamas e associados.

Israel sabe perfeitamente que uma operação militar em um área densamente povoada como Gaza ocasionará consideráveis perdas tanto entre as tropas israelenses quanto entre civis palestinos. Gaza com seus cerca de 1,5 milhões de habitantes têm, segundo estimativas israelenses, cerca de 40 mil militantes armados e treinados para o combate.

Em uma grande operação Israel terá 2 difíceis opções: se lançar em um combate de casa em casa rua a rua, colocando seus soldados a mercê de armadilhas explosivas e franco-atiradores. Ou fazer uso de seu maior poder de fogo para tornar a missâo de suas tropas menos difícil, porém mais custosa em termos de vidas de civis palestinos inocentes.

E uma vez tendo derrotado o Hamas, e já recolhido seus soldados mortos e feridos, o que fará Israel? Permanecerá em Gaza? Ou, após ter sacrifícado seus soldados, entregará seu controle a Autoridade Palestina ou simplesmente sairá do território permitindo que o Hamas reestabelça o controle sobre Gaza?

Vê-se portanto que não há nenhuma saída fácil. Ou talvez não exista uma solução duradoura para o problema de Gaza, enquanto não tiver sido interrompido o financiamento ao Hamas, e também a outros grupos radicais, vndos de sua principal fonte, que no caso é o Irã. E é para lá que toda máquina militar israelense têm seus olhos e atenções voltados.

Os Sapatos Jogados Contra Bush

Posted by marcus on 16 Dec 2008 | Tagged as: Notícias Internacionais

O inusitado lançamento de sapatos contra o presdente dos EUA ocorrido esta semana no Iraque, mostrou certo grau de lógica no raciocínio do presidente americano que de imediato pressentiu que de onde partiu o primeiro sapato, provavelmente viria o outro pé, afinal de contas, ninguem anda por aí calçando apenas um pé de sapato. E se o cara já havia jogado um deles contra Bush, que finalidade teria para ele o outro pé de sapato que não para uma segunda saraivada em direção ao americano. Até mesmo porque ele já devia saber que as consequências por jogar, seja um único sapato ou os dois, seriam as mesmas.

O jornalista mostrou também um elevado grau de precisão ao lançar os sapatos contra Bush, que só não foi atingido em cheio devido a sua rapidez em se desviar. Pela habilidade desse jornalista, eu não duvidaria se dissessem que ele havia treinado para aquele momento. Já o Bush passou a impressão de ter passado a vida inteira levando sapatada tal a agilidade em se proteger demonstrada por ele naquele episódio.

Para concluir minha análise, vale ressaltar a cara de Bush durante o episódio. Vê-se pela fisionomia dele que ali naquele breve episódio não estava o presidente dos Estados Unidos da América, o chefe da nação mais rica e  poderosa do planeta e, até onde se sabe, do universo. Naqueles poucos segundos ele se despiu de todo esse poder e por um breve período se tranformou em um sujeito comum tentando se livrar de uma sapatada.

Ação Terrorista na Índia Serve de Lição para o Brasil

Posted by marcus on 29 Nov 2008 | Tagged as: Notícias Internacionais

O fim do ataque terrorista ocorrido na cidade indiana de Mumbai, em que quase duas centenas de pessoas morreram, a maioria delas civis tomados como reféns pelos terroristas, além de alguns integrantes dos comandos indianos envolvidos nas operações de resgate, nos faz refletir até que ponto as forças de segurança no Brasil estão preparads para agir em situação semelhante.

Como o fm da ação terrorista os indianos estão sendo alvo de críticas por não terem aceito ofertas de ajuda vindas de países bem mais experientes em lidar com operações de resgate de reféns em poder de terroristas, como é o caso dos comandos anti-terror sraelenses.

Embora a situação em Mumbai fosse altamente complexa e difícil, e os comandos indianos tenham agido com coragem e sacrifício, alguns especialisas acreditam que o número de vítimas poderia ter sido menor caso os indianos tivessem aceito colaboração internacional de grupos anti-terror melhor treinados para esse tipo de ação.

Voltando ao Brasil, os recentes acontecimentos ocorridos na cidade de Guarulhos, São Paulo, quando Eloa, uma jovem de 15 anos morreu em uma fracassada operação de resgate de complexidade infinitamente menor se comparada aos acontecimentos em Mumbai, devem servir de alerta para as autoridades brasileiras que nesse assunto improvisação é sinônimo de fracasso. E para comprovar isso basta fazer uma restropectiva de nosso histórico nessa questão.

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