Espera-se que a Justiça não feche as portas no Brasil para as pesquisas com células-tronco embrionárias deixando-se guiar por opiniões muitas vezes sem fudamento centífico daqueles contrários a essa inovadora e revolucionária tecnologia.

O binômio células-tronco embrionárias mais clonagem terapêutica permitirá a reposição de tecidos e órgãos humanos danificados, sem que a pessoa que receber esse tecido ou órgão precise fazer uso de drogas para evitar a rejeição.

Quanto ao uso de embriões humanos, vale ressaltar que em virtude da disseminação das tecnicas de fertilização em vitro, nas clínicas envolvidas nesse processo já existe grande quantidade de embriões que não foram aproveitados após as técnicas de fertilização terem sido aplicadas. Isso significa que a maioria dos casais que geraram aqueles embriões não utilizados não terem mais interesse nos mesmos, ou seja, cedo ou tarde serão descartados.

Portanto, se o descarte de embriões não utilizados em clinicas de reprodução já é uma realidade, é perfeitamente razoável que alguns outros embriões sejam utilizados como fonte de células-tronco para uso no tratamento das mais diversas e destrutivas patologias que acometem tanto bebês como crianças, adultos e idosos.