Falhas Absurdas na Segurança Pública do Rio e São Paulo
Posted by marcus on 17 Oct 2008 at 09:36 am | Tagged as: Noticias Nacionais
Esta semana ocorreram no Rio de Janeiro e em São Paulo, fatos relacionados a segurança púbica que são dignos de desanimar o mais otimista dos cidadãos. Começando pelo Rio, na quinta-feira um tenente-coronel da Polícia Militar do Estado, e que exercia a função de diretor de um dos presídios do complexo penitenciário de Bangu, local onde encontram-se presos alguns dos mais perigosos criminosos do Rio, foi fuzilado quando trafegava com seu carro na Avenida Brasil a caminho do trabalho. E se considerarmos que antes da morte desse policial, 5 outros diretores de presídios do Rio haviam sido executados por criminosos, é inacreditável que esse policial estivesse trafegando pela cidade em um automóvel sem blindagem ou qualquer outro tipo de segurança em seu apoio.
Já em São Paulo ocrreram 2 fatos absurdos. O primeiro deles foi o confronto entre policiais civis, que em greve reinvidicam melhores salários, e a Polícia Militar, que tentou impedir que um grupo de policiais civis manifestantes alcançassem a sede do governo paulista. A situação ficou bastante tensa, com agressões físicas partindo de ambas as partes, e por pouco não se transformou em um conflito armado.
O outro fato absurdo ocorrido em São Paulo, diz respeito ao rapaz que armado de revólver, mantem em um apartamento na cidade de Santo André a ex-namorada e uma amiga como reféns. O fato inusitado aqui foi a polícia permitir que uma adolescente de 15 anos, que havia sido mantida refém e posteriormente libertada, pudesse retornar ao apartamento sob a justificativa de um acordo feito com o rapaz. Pois bem, o rapaz não cumpriu o acordo que havia feito com a polícia e agora duas jovens, e não apenas uma, correm risco de vida. Obviamente que todos torcem para que o caso termine e as meninas saiam sem ferimentos, mas utilizar a vida de uma jovem em barganha com bandido, como ocorreu nesse caso, é algo totalmente absurdo, não importando se esse fosse o desejo da jovem. A polícia simplesmente não deveria permitir acordos desse tipo.