Ontem, dia 11 de setembro de 2008, o programa Fantástico da Rede Globo entrevistou duas jovens, uma do Rio de Janeiro e a outra de São Paulo, que se submeteram a diferentes tratamentos experimentais visando a cura, ou pelo menos uma melhora em suas condições físicas. Ambas sofrem de paralisia e tornaram-se deficientes devido a traumatismo medular decorrentes, uma delas por tiro de arma de fogo e a outra por acidente automobilístico.

A reportagem também entrevistou uma pesquisaora da USP, Universidade de São Paulo, que criticou os médicos responsáveis pela aplicação dos tratamentos nas jovens, por considerar anti-ético cobrar dos pacientes por tratamentos em fase experimental. Cada uma das jovens, pagou, pelo tratamentos, algumas dezenas de milhares de reais.

As duas jovens porém não se arrependem de terem se submetido ao tratamento, e afirmam já terem percebido melhoras, ainda que discretas, em suas condições físicas.

Já para aqueles que pensam em seguir o mesmo caminho das jovens e se submeter aos mesmos tratamento, vale ressaltar que os resultados obtidos até agora por esses tratamentos experimentais ainda estão longe de satisfazer as expectativas da grande maioria dos pacientes que se encontram em situação semelhante as das duas jovens.

Isso porém não é motivo para desilusão. Ao contrário. A cada mês novas e até então desconhecdas informações sobre regeneração do sistema nervoso central são anunciadas e com isso, mais uma peça desse complicado quebra-cabeças que é a cura da paralisia, se encaixa. Como aliás aconteceu agora em setembro de 2008 em que novos avanços foram divulgados no Journal of Biology.

Não é portanto fantasia imaginar que num período de poucos anos os pacientes com lesão medular terão a seu alcance terapias bem mais eficazes que os atualmente disponíveis.

Para obter as mais recentes informações sobre esse tema, inclusive a respeito dos tratamentos os quais as jovens se sbmeteram, visite o site  CareCure.