Ontem, dia 15 de agosto de 2008, durante o Jornal Nacional da TV Globo, o jornalista Joelmir Beeting fez um comentáro dando a entender que a revisão das regras de investimento privado em exploração de petróleo no Brasil, com a descoberta das reservas de petróleo na chamado camada de pré-sal, são equivalentes as reinvidicações paraguaias com relação ao preço que o Brasil paga ao Paraguai para comprar a energia que caberia ao país vizinho.

Algo do tipo: se é errado o Brasil aceitar a demanda paraguaia com relação ao preço da tarifa de energia da Usina Hidroelétrica de Itaipu, também é errado mudar as regras de exploração de petróleo com a descoberta dos campos de Tupi e Carioca no pré-sal

Eu, quando assisto um comentáro desses, sou da opinião que empresas privadas nacionais e principalmente internacionais vislumbram, a partir dessas novas descobertas, com a possibilidade de obterem lucros muito superiores aqueles que se propuseram a obter quando decidiram atuar em águas brasileiras e as reservas de petróleo no pré-sal eram desconhecidas.

Portanto, nessa discussão o que não irá faltar a partir dessas novas descobertas e o imenso valor econômica que representam, será lobista defendendo que o Brasil permita que empresas privadas do setor petrolífero estabelecidas aqui, atuem nas camadas de pré-sal sobre regras que lhes possibilitem lucrativida máxima.

Vale ressaltar também que se o próprio custo de merchandise em um programa como o Jornal Nacional varia de acordo com a audiência do programa, é muito mais que simplesmente inocência alguem defender que o Brasil se comporte usando uma lógica diferente, e menos comercial, em uma questão de vital importância para país, com essas novas reservas de petróleo.