Antes que as bombas russas começassem a cair em seu território, a Georgia foi vítima de um maciço ataque virtual ou cyberattack, visando com isso colocar inoperantes os serviços de internet do país e dificultar a troca de informações internas e internacionais.

Segundo especialistas esse tipo de ataque, que se torna mais eficiente a medida que o país vítima seja mais dependente de serviços de informática e internet, associado ao seu baixíssimo custo, estimado em 4 centavos de dólares por servidor de internet atacado, torna esse procedimento irresistivelmente vantajoso para que seja deixado de lado. Os especalistas prevêem que cyberattacks daqui para frente estarão presentes em todos os conflitos.

Os ataques virtuais direcionados a sites do gverno da Georgia teriam começado no dia 20 de julho e consistiram em mihões de requisições aos servidores desses sites, levando essas máquinas a parar de funcionar em decorrência dessa avalanche de requisições, técnica conhecida por “distributed denial of service”, ou D.D.O.S.

Reortagem no New York Times: Before the Gunfire, Cyberattacks