Os recentes exercícios militares efetuados pela Força Aérea Israelese, IAF, no Mediterrâneo e no espaço aéreo da Grécia, no que seria uma preparação para um ataque as inastalações nucleares do Irã, e na qual teriam participado mais de uma centena de aeronaves israelenses, entre caças F-18, aviões de abastecimento aéreo e helicópteros de resgate, esses exercícios teriam servido para testar também as baterias de defesa antiaéreas S-300 de fabricação russa e adquirida pelos gregos, mas que também foram, ou estão para ser adquiridas pelos iranianos.

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Os iranianoos teriam reclamado com os gregos por ter permitido que os israelenses tivessem feito uso de seu território. A justificativa grega foi que suas baterias S-300 não estavam ativas naquele momento, e por isso os aviões israelenses não foram detectados. Os iranianos não acreditaram na história.

Especialistas acreditam que um ataque bem sucedido as instalações nucleares iranianas irá requerer que a IAF realize centenas de missões, seja para destruir as defesas antiaéreas iranianas, as bases de lançamento de mísseis de médio e longo alcance, missões de resgate de pilotos abatidos e, principalmente, repetidos e precisos ataques com bombas de alto poder explosivo nas principais instalações nucleares do programa nuclear do Irã, como por exemplo aquelas que abrigam as centrífugas de eriquecimento de urânio, abrigadas a grande profundidade.