Os advogados de defesa do pai e da madrasta da menina Isabella assassinada, vêm afirmando que seus clientes são inocentes e que cabe a acusação provar que ambos são verdadeiramente culpados, fato que até o momento não teria acontecido segundo a defesa.

Esse argumento usado pela defesa embora tenha lógica, no caso em questão seja um pouco diferente.

Se ao invés de Isabella, tivesse morrido seu pai ou sua madrasta, e o conjuge afirmasse que a queda do 6º andar foi suicídio, mas a polícia ou promotoria acreditassem que houve um assassinato, aí sim caberia aos acusadores toda a responsbilidade de provar que ocorreu um assassinato e não um suicídio.

O caso em questão porém envolve a morte de uma criança que sequer havia completado 6 anos de idade e que foi estrangulada e lançada para a morte, aravés da janela do apartamento de seu próprio pai e pessoa responsável pela sua proteção e segurança naquele momento. Isso sem contar o fato que o pai e a madastra de Isabella terem sido os últimos a verem a menina com vida até poucos minutos antes da morte, segundo eles mesmo admtem.

Nesse caso portanto, não só a acusação tem obrgação de mostrar provas contra o casal, como também o casal susppeito desse crime bárbaro tem obrigação de mostrar provas capazes de provar a inocência de ambos. Até agora entretanto somente a acusação vem cumprindo seu papel.