Fantasia: Nunca a Polícia Federal realizou tantas operações e prendeu tantos criminosos.

Realidade: uma semana depois já estão todos soltos.

Fantasia: as prisões de segurança máxima do governo federal são destinadas aos mais perigosos criminosos.

Realidade: segundo reportagem recente na TV, Fernandinho Beira-Mar continua controlando o tráfico de dentro do presídio federal de segurança máxima em que se encontra.

Fantasia: destruir um único embrião humano para obter células-tronco embrionárias para uso em pesquisas médicas visando a cura de doenças, é um crime contra a vida.

Realidade: diariamente nas clínicas de reprodução-humana embriões não utilizados nos tratamentos são destruídos.

Fantasia: o Rio de Janeiro continua sendo a cidade maravilhosa.

Realidade: a cada dia que passa as favelas se proliferam e avançam mais sobre as encostas verdes da cidade.

Fantasia: no Brasil não existe pena de morte

Realidade: em inúmeros casos de morte de bandidos em confronto com a polícia, há indícios de execução.

Fantasia: a eutanásia é proibida pois somente Deus pode tirar a vida de um paciente mesmo que este se encontre em condições críticas e terminal.

Realidade: em virtude dos escassos recursos médicos disponíveis na rede pública de saúde, não raro os médicos são obrigados a escolher quem receberá ou não tratamento, ou mesmo acesso a determinado recurso médico e, com isso, ter ou não chances reais de sobreviver.

Fantasia: o livro de título “Formando Equipes Vencedoras” escrito pelo técnico Parreira e lançado na véspera da Copa de 2006 na Alemanha.

Realidade: a própria equipe montada por Parreira em 2006 e sua vergonhosa atuação.

Fantasia: o Brasil pleiteia uma vaga de membro permanente no Conselho de Segurança da ONU.

Realidade: a fragilidade das Forças Armadas Brasileiras e o total descontrole e falência da segurança pública no país.

Fantasia: lei ou decisão judicial não se contesta, cumpre-se.

Realidade: escravidão um dia foi lei no Brasil, assim como a perseguição de judeus e outras minorias na Alemanha nazista.

Fantasia: os políticos no Brasil só pensam em si.

Realidade: a classe política brasileira é um retrato da própria sociedade.

Fantasia: permitir que a Receita Federal tenha acesso ao movimento bancário dos cidadãos configura invasão de privacidade.

Realidade: impedir que a Receita Federal tenha acesso ao movimento bancário dos cidadãos significa criar um grande obstáculo ao combate a sonegação e inúmeros outros crimes como tráfico de drogas, corrupção, contrabando, pirataria, etc.