Segundo a ministra das relações exteriores de Israel, Tzipi Livni, o Egito tem sido omisso na tarefa de impedir a entrada de armamentos em Gaza através de sua fronteira e cujo destino final são principalmente o Hamas, mas também outros grupos radicais islâmicos armados que controlam aquela parte do território palestino.

Livni afima que o fluxo de armas em direção a Gaza fortalece justamente os grupos radicais contrários as conversações de paz em andamento entre israelenses e palestinos, além de dificultar ainda mais qualquer tentativa do Fatah de retomar o controle de Gaza.

Ao contrário de grupos como Hamas e Jihad Islâmica que atuam na Faixa de Gaza, são apoiados pelo Irã e Síria e considerados facções terroristas por muitos governos, o grupo Fatah que controla a Cisjordânia, tem como principal representante Mahmud Abbas, que além de ser reconhecido internacionalmente como representante do povo palestino, encontra-se em conversações de paz com Israel.